Participantes

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Ana Verónica Dias

Ana Verónica


Ana Verónica (Viseu, 1996) é uma designer e ilustradora que coloca o desenho no centro do seu dia-a-dia. Mestre em Design, é a mentora e diretora artística do Projecto TRAMA, onde estabelece pontes entre o design contemporâneo e o artesanato tradicional. No plano da ilustração, destaca-se no universo infantil e editorial, sendo a autora visual de livros como "Afinal os Super-heróis também sentem emoções" e "A Menina que sentia Bolhas de Sabão". A sua vertente pedagógica é central na sua prática, dinamizando regularmente oficinas de artes plásticas para escolas e famílias em eventos como os Jardins Efémeros ou o Outono Quente. Com um forte pilar na participação comunitária, lidera oficinas de arte urbana e pintura mural, como o "Mundão de Afetos" ou o "Mural Lavadouro", envolvendo comunidades locais e escolas na transformação do espaço público.

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Susana Guimarães

Susana


Co-Fundadora da Reflorestar PT em 2017, desempenha desde aí a Coordenação Geral e Gestão de Projectos. Apaixonada pela medicina natural, Networking, regeneração de ecossistemas, capacitação cívica e maneiras inovadoras de construir organizações e comunidades.
Possui formação superior em Comunicação, tendo frequentado dois mestrados, em Comunicação Cultural e Científica e em Marketing. Formou-se também em Plantas Medicinais e estuda Permacultura e Agroflorestas de Sucessão há mais de 10 anos.
A sua experiência profissional inclui vários anos de trabalho em Universidades públicas, em publicidade e, mais recentemente, na gestão de organizações sem fins lucrativos. É também fotógrafa e videógrafa.
Tendo nos últimos anos mudado residência para um território do interior, dedica-se no seu trabalho em regeneração ecológica à complexidade que esta espelha, reflectindo os problemas económicos e sociais dos territórios rurais.

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Dora Azevedo

Dora

Sou uma profissional de comunicação e design, com mais de 15 anos de experiência em gestão de marca, conteúdos, comunicação e ligação entre diferentes pessoas, equipas e contextos.
Ao longo do meu percurso tenho procurado unir estratégia, criatividade e sensibilidade humana, sobretudo em projetos onde a identidade, a experiência e o impacto fazem toda a diferença.
Tenho um interesse especial por iniciativas com dimensão social, territorial e comunitária, nas quais a comunicação pode ser também uma forma de dar voz, criar pontes e valorizar pessoas.
Sou licenciada em Design Gráfico e Pós-Produção, tenho especialização em NeuroMKT e um MBA em Felicidade Organizacional.

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guida marques

guida


guida marques (1986) Neo-rural, vive na Serra do Açor, no meio do nada, que é o centro de tudo.
Mestrado em Performance/Instalação nas Belas Artes de Lisboa (2019), Mestrado em Arquitectura na Univ. de Coimbra (2011).
Na arquitectura e na performance art, explora a ruína – corpo, casa, memória, trauma – e o potencial de cura e reparação contido nos processos de reconstrução.
Activista na defesa dos ecossistemas e dos saberes ancestrais; é activamente política no lugar e poeta e pastora.
Ultimamente participou na Bienal de Arquitectura de Veneza (2023) e nos projectos europeus “Shifting Ruralities” e “Hive Symposium” (Bruxelas, 2025), entre outros.
É co-fundadora e colaboradora das associações TRUST Collective e Colectivo BARDA, faz parte de vários movimentos informais de cidadãos, de várias Comissões de aldeias e de Baldios, e é presidente da Junta.

Ana Raquel Almeida 2

Ana Raquel Almeida

Ana Raquel


Tive o privilégio de crescer em meio rural, num contexto onde a proximidade à terra e a autonomia alimentar faziam parte do quotidiano. Foi nesse ambiente que nasceu a minha curiosidade pela natureza e pelos seus processos de regeneração, adaptação e equilíbrio. Ao longo dos anos, aprofundei esse interesse através do estudo da agricultura biológica, da permacultura, da agricultura biodinâmica e dos sistemas agroflorestais. Fascina-me descobrir o potencial da alimentação silvestre e compreender a riqueza dos ecossistemas que nos rodeiam. O mergulho revelou-me uma nova dimensão desse fascínio, permitindo-me conhecer a extraordinária biodiversidade dos ambientes subaquáticos.
Em 2012, apostei na recuperação e regeneração de uma exploração agrícola em Mangualde, a Quinta Vale & Lajes, onde procuro aplicar e testar muitos dos princípios que fui aprendendo ao longo do caminho.
Paralelamente, desenvolvi a minha carreira na área da economia financeira, com especial enfoque na análise de empresas, projetos e crédito. Durante quase duas décadas na banca comercial, acompanhei diferentes setores económicos e modelos de negócio. Mais recentemente, abracei novos desafios ligados à inovação financeira e tecnológica, integrando o universo das fintech e do crowdfunding.
Há cerca de dois anos, estes dois percursos — a paixão pela natureza e a experiência profissional em finanças — convergiram num objetivo comum. Motivada pela vontade de criar soluções que apoiem os pequenos agricultores na adoção de práticas mais sustentáveis e regenerativas, iniciei um doutoramento em Agronegócios e Sustentabilidade, numa parceria entre a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e a Universidade de Évora. A minha investigação centra-se na valorização económica dos serviços dos ecossistemas e da biodiversidade gerados pelas pequenas explorações agrícolas, procurando desenvolver mecanismos financeiros que incentivem a regeneração dos territórios e promovam mudanças positivas à escala da paisagem. Este trabalho é atualmente reforçado pela minha participação como investigadora no projeto internacional Transform – Regresso ao Futuro: Sistemas Agroflorestais Tradicionais como Resposta Baseada na Natureza aos Múltiplos Desafios da Sociedade, financiado pelo programa europeu Biodiversa+ e pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, e cujos objetivos vêm complementar de forma relevante o meu projeto.

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Alexandra Melo

Alexandra


Ex-jornalista e empreendedora, com uma paixão profunda pela sustentabilidade e pelo património português. Durante mais de 20 anos, trabalhei como jornalista nas áreas do ambiente, ecologia e cultura. Em 2006, criei a primeira loja online ( FEITORIA) dedicada ao genuíno artesanato português, dando visibilidade a artesãos do interior e apoiando a preservação de ofícios tradicionais. Mais tarde, estive à frente de lojas icónicas da cultura portuguesa, (A Vida Portuguesa) aprofundando este trabalho. Hoje, através da Inland Portugal e da associação Lentitude, promovo um turismo sustentável que valoriza comunidades locais e protege a autenticidade do território. Acredito que o turismo pode ser uma força para o bem—para as pessoas, para a cultura e para o planeta.. Actualmente estou localizada na Lousã.
A minha empresa Inland Portugal, foi criada em 2024 porque acredito que o turismo pode regenerar territórios, preservar culturas e fortalecer comunidades locais. Proponho experiências de viagem responsáveis que apoiam o artesanato, os negócios locais e projetos sociais, ao mesmo tempo que protegem o património cultural e natural. Promovo um turismo que educa, inspira e deixa um impacto positivo. Através de parcerias com artesãos, produtores e iniciativas comunitárias, ofereço viagens imersivas que ligam viajantes ao verdadeiro espírito do interior. Sou também fundadora da Lentitude, associação sediada na Lousã, que atua na promoção do turismo sustentável. Para nós, viajar é mais do que conhecer lugares—é viver experiências com sentido, que respeitam o passado, enriquecem o presente e cuidam do futuro.

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Marta Cabral

Marta


Marta Cabral vive em São Luís, Odemira. Licenciou-se em Organização e Gestão de Empresas pelo ISCTE, mas foi no mundo associativo que desenvolveu o seu trabalho ao longo de 22 anos. Geriu a Associação Casas Brancas até 2013 e co-fundou a Associação Rota Vicentina, que presidiu até 2025, num percurso ligado ao desenvolvimento bioregional, ao papel do ecoturismo e das redes locais na regeneração dos territórios rurais. Nos últimos anos aprofundou trabalho em governança colaborativa, narrativas de transformação, economia endógena e integração comunitária. Desde março de 2026 actua de forma autónoma, focada em inovação colaborativa, resiliência e transição do mundo rural. Mulheres em rede, em particular no mundo rural, é um passo incontornável da mudança de paradigma que abraça com crescente motivação.

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Diana Gomes E1779724261805

Diana Gomes

Diana


Diana Gomes nascida e criada em Vila Nova de Gaia, numa zona peri-urbana onde o rural e o urbano convivem e se confundem. Socióloga e feminista a tempo inteiro, com interesse pela Agroecologia, Sociologia Rural e Estudos de Género. Nos últimos anos, tem trabalhado na Escola Superior Agrária de Viseu as questões de género com comunidades rurais, mais concretamente com mulheres agricultoras, através de projetos de investigação-ação na área da agricultura familiar, memória biocultural, património cultural imaterial, agroecologia e igualdade de género.

Sara Freire E1779724830152

Sara Freire

Sara


O meu nome é Sara, sou especialista em políticas públicas trabalho há vários anos em projetos ligados ao conceito One Health, promovendo a ligação entre saúde humana, animal e ambiental. Vivo no Alentejo, onde desenvolvo o meu trabalho entre a vida rural, os animais e iniciativas de impacto social e ambiental.
Sou fundadora do projeto Patém Calma, dedicado às intervenções assistidas por animais e à promoção da saúde mental, bem-estar emocional e redução do stress e ansiedade através da relação humano-animal. Ao longo do meu percurso tenho também criado e participado em projetos ligados à sustentabilidade, biodiversidade, proteção animal, educação e apoio às comunidades rurais.
Tenho formação e experiência na área das políticas públicas, procurando integrar uma visão mais sustentável, inclusiva e preventiva nas questões relacionadas com saúde, território, bem-estar e desenvolvimento rural. Acredito profundamente no papel das mulheres rurais enquanto agentes de mudança, inovação e preservação das comunidades locais, e considero essencial dar visibilidade ao trabalho feminino desenvolvido no interior do país.

Silvia Martins E1779724399713

Sílvia Martins

Sílvia


Sílvia Martins é botânica e técnica superior no Laboratório de Ecologia Fluvial e Terrestre da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Mestre em Recursos Biológicos, Valorização do Território e Sustentabilidade pela Universidade de Coimbra e licenciada em Agricultura Biológica, desenvolve a sua atividade nas áreas da flora e vegetação, monitorização ambiental, caracterização de habitats e gestão de espécies exóticas invasoras.
Ao longo do seu percurso profissional tem participado em projetos de investigação, monitorização ecológica e consultoria ambiental ligados à conservação da biodiversidade, restauro ecológico e valorização sustentável de territórios rurais. Tem colaborado em iniciativas financiadas por programas nacionais e europeus, trabalhando também na área da educação ambiental e comunicação de ciência, promovendo a ligação entre o conhecimento científico, as comunidades locais e o território.
A sua motivação para integrar o projeto RURAL MOVE nasce da forte ligação aos espaços rurais e da convicção de que estes territórios desempenham um papel essencial na sustentabilidade ambiental, social e cultural. Acredita na importância da participação das mulheres na dinamização e valorização do mundo rural, contribuindo para comunidades mais resilientes, inovadoras e conscientes da importância da preservação dos recursos naturais e do património local.

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Noemi Barrientos

Noemi

O meu nome é Noémia. Sou empreendedora local e, há seis anos trabalho para gerar inovação nas zonas rurais, primeiro em Espanha e, nos últimos dois anos no norte e centro interior de Portugal. Soluciono desafios territoriais complexos, projetando e desenvolvendo projetos disruptivos em conjunto com outros empreendedores locais (talento coletivo) para transformar a regiões.

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Inês Mota

Inês

O meu nome é Inês Mota, tenho 29 anos, sou natural da zona Oeste e vivo na Guarda há cerca de 11 anos. Foi aqui que aprofundei a minha ligação ao território rural e decidi desenvolver o meu percurso profissional ligado à agricultura, apesar de ser 5.ª geração de agricultores.
Tenho formação universitária em Turismo, Marketing e estou de momento a tirar uma pós-graduação em Gestão Empresarial e liderança.
Sou fundadora e responsável pela CASTERMIS, um projeto agrícola que nasce de um projeto de jovem agricultor- desde 2021.
O nome CASTERMIS inspira-se na união entre as palavras “Castro”, símbolo das raízes e da história dos povos que habitaram este território, e “Artemis”, associada à natureza, fertilidade e ligação ao mundo natural. Esta identidade representa aquilo que procuro construir: uma agricultura que respeita o património local, valoriza os recursos naturais e incorpora conhecimento e novas tecnologias para criar valor económico e social.

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voz, reconhecimento e participação

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Capacitação, empreendedorismo e sustentabilidade económica

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